
Ele e mãe de Patrícia Ávila falam sobre caso
O pai da publicitária Patrícia Ávila, de 25 anos, encontrada morta em Queimados, na Baixada Fluminense, fala a respeito da possível execução da filha. Eduardo Ávila e a mãe, Ivone Gomes, não tinham conhecimento de que Patrícia tivesse inimigos. Ela foi enterrada no cemitério de Irajá, no sábado (22).
Rastreado pelo GPS, o carro foi encontrado em Angra dos Reis, no litoral sul do Estado. Já o corpo da jovem foi achado por policias do Batalhão de Queimados (24ª BPM) com uma marca de tiro na nuca na última sexta-feira (21) - a quase 130 km de Angra, em Queimados, na Baixada Fluminense.
O pai de Patrícia diz acreditar que a filha não foi sequestrada.
— Sequestro não foi porque sequestro ou sumiria o cartão do banco dela ou ligavam para a gente pedindo o resgate. Isso não aconteceu. E nem roubo seguido de morte. Foi uma morte sem roubo.
A mãe de Patrícia e Ávila afirmam acreditar que a filha não tinha inimigos e não entendem o motivo para o crime. O pai chegou a afirmar que ela vivia um momento feliz na profissão e na vida pessoal. Além disso, ela estava organizando uma festa para reunir toda a família.
Patrícia estava desaparecida desde quinta-feira (20) quando saiu de casa, no bairro da Penha, zona norte, para ir a uma clínica de estética em Irajá, também na zona norte. No fim do dia, como a jovem não voltou para casa, a família registrou o desaparecimento na Delegacia de Vicente de Carvalho (27ª DP).
Nesta segunda-feira (24), o padrasto e o namorado devem depor na Delegacia de Queimados (55ª DP). A Polícia Civil fez uma perícia no local onde foi encontrado o carro com dois bandidos, que fugiram depois de trocar tiros com os policiais.
De acordo com o delegado da Delegacia de Queimados (55ª DP), os agentes estão investigando o caso e uma testemunha que ouviu o disparo que teria matado Patrícia também será ouvida. FONTE R7 FOTO REDE RECORD