O episódio ocorreu no CAp da UFRJ, na zona sul; direção não quis se pronunciar
Conforme ele contou à reportagem da Record, o episódio aconteceu em uma dos colégios mais conceituados da zona sul do Rio, o CAp-UFRJ (Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Conforme a denúncia, tudo começou quando ele foi cercado por um grupo de oito meninos dentro da escola.
Os adolescentes o teriam coagido a furtar um celular na sala dele. A princípio, o estudante se recusou a cometer o delito, mas, depois de uma sessão de espancamento, aceitou realizar o furto. Após o primeiro telefone roubado, as ameaças e agressões continuaram.
O menino então decidiu parar de ir ao colégio. Ele contou que chegou a procurar a direção, que não teria acreditado na denúncia.
A reportagem da Record entrou em contato com o colégio, que disse que não falaria sobre o assunto.
A mãe do aluno acredita que a perseguição ocorria porque ele é um dos únicos da escola que não mora na zona sul, mas em uma comunidade da zona norte. As ameaças também eram realizadas pela internet. Reprodução Rede Record
