Dois sargentos e um soldado da Polícia Militar se juntaram a 10 policiais que já estavam presos
Dois sargentos e um soldado da Polícia Militar se apresentaram na tarde desta quarta-feira (23) ao Quartel Central da Polícia Militar, no centro do Rio, e permanecerão presos preventivamente por suposta participação na morte e desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza.Os PMs serão encaminhados ao BEP (Batalhão Especial Prisiona), onde já estão presos desde 4 de outubro outros oito policiais.
Também cumprem prisão preventiva o major Edson Santos e o tenente Luiz Felipe de Medeiros, mas estes foram transferidos na semana passada para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste, porque, segundo o Ministério Público, poderiam influenciar os colegas envolvidos.
O Ministério Público ofereceu denúncia contra 25 PMs da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha, na zona sul do Rio, sendo que 13 estão presos preventivamente.
Nesta terça, a Justiça negou pedidos de liberdade provisória ao major Edson Santos e ao tenente Luiz Felipe de Medeiros.
Amarildo de Souza desapareceu em 14 de julho. R7
