Maria da Graça já buscou ajuda em dois hospitais públicos no Rio, sem sucesso
Maria foi atendida nas unidades neste ano. Ela contou à reportagem da Record que, em Acari, chegou a ser internada para operar e ficou esperando cerca de 20h, sem comer, mas a cirurgia não foi realizada. Além das dores constantes que sente, ela e a família também perderam o dinheiro que Maria conseguia arrecadar fazendo trabalhos de costura.
A costureira também teme pela saúde dela e não sabe o que fazer. — Preocupação, com medo e para onde ela vai [a agulha], se ela não vai porque eu não sei.
Cada um fala uma coisa, como é que vou acreditar. O hospital de Acari disse que, no dia da cirurgia, Maria estava com a pressão alta e foi orientada a voltar depois.
Mas, segundo a unidade, após o retorno da paciente a agulha não estava mais na posição anterior por isso ela teve que passar pela avaliação de um ortopedista. Já o Hospital Estadual Albert Schweitzer informou que o caso não era de emergência e que os profissionais pediram para que Maria retornasse outro dia para agendar o procedimento. R7 RIO
