Os suspeitos tinham sido enquadrados na lei do crime organizado
Com a decisão, os suspeitos, que estavam enquadrados na lei do crime organizado, ganharam direito à liberdade e podem ter o processo arquivado.
Até as 21h30, segundo a Seap (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária), tinham sido liberados nesta sexta os seguintes manifestantes: Adelson Luis Ferreira, Allan Manoel Monteira, Bruno Vinicius dos Santos, Francisco Wellington Lima, Luam Godinho, Marcio Lopes Rocha, Paulo Roberto de Abreu e Raphael da Cunha. Quase 200 manifestantes foram levados para delegacia na terça após um intenso confronto com policiais do Batalhão de Choque na região da Cinelândia e nos arredores.
Nesta sexta, um grupo tomou as escadarias da Câmara dos Vereadores para protestar pela “liberdade dos presos políticos”, conforme as palavras deles.
Investigações sobre baleados Três dias após o quebra-quebra, em que foram registrados os primeiros casos de uso de arma de fogo em protestos no Rio, a Polícia Civil ainda não conseguiu identificar os autores dos disparos.
Dois homens foram feridos. Policiais de uma delegacia, sem querer se identificar, creditaram a demora no avanço nas investigações à falta de efetivo para dar conta do grande número de registros criminais. R7
