O policial de 30 anos negou que tenha feito uma provocação à categoria em uma rede social
Nesta sexta-feira (4), ele prestou depoimento na corregedoria e afirmou que não foi o autor da polêmica publicação no Facebook.
Um inquérito interno foi aberto na Polícia Militar para checar se o soldado foi ou não o responsável pela provocação na rede social.
A punição pode ser a expulsão da corporação, conforme informou a PM.
Manifestações dos professores
As manifestações nas últimas semanas na cidade foram feitas pelos professores como forma de protesto por melhores salários e condições de trabalho.
Além disso, os docentes municipais são contra um plano de carreiras apresentado pelo prefeito Eduardo Paes.
Na terça-feira (1º), a Câmara dos Vereadores do Rio aprovou a proposta da prefeitura. No total, 36 vereadores votaram a favor do projeto, que teve 31 emendas.
Apenas três vereadores foram contra. O plano de carreiras também foi sancionado pelo prefeito Eduardo Paes. Do lado de fora da Casa, manifestantes entraram em confronto com a polícia.
PMs atiraram contra o grupo bombas de gás lacrimogênio e spray de pimenta e prédios e bancos foram depredados, na correria.
A ação da PM durante os protestos foi duramente criticada no País.
Com isso, O CDDPH (Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana), ligado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), resolveu criar um grupo para dialogar com o governo do Estado do Rio e com a Secretaria de Segurança Pública.
Os professores da rede municipal e estadual de ensino do Rio de Janeiro decidiram, nesta semana, manter a greve. FONTE: R7
