Polícia se divide entre duas hipóteses sobre chacina em Realengo: cobrança de traficantes e ordem da milícia

sábado, 26 de outubro de 2013


Vítimas seriam usuários de crack e se reuniam para usar drogas
    A polícia foca em duas linhas de investigação para desvendar a chacina que deixou sete mortos em uma casa de Realengo, na zona oeste: cobrança de dívida de traficantes ou extermínio.

    O crime aconteceu na noite de quinta-feira (24), quando homens armados pularam o muro da residência, agruparam todos na garagem e dispararam tiros de fuzil.

    Todos morreram na hora. Em conversas com vizinhos e familiares das vítimas, a polícia concluiu que todos se reuniam na casa para usar drogas, inclusive o crack.

    Uma das possibilidades, segundo a investigação, é que Toni Anderson, dono do imóvel, estivesse devendo a traficantes da região. Por isso, os criminosos encomendaram a morte dele e do grupo que o acompanhava. 

    A outra hipótese seria execução ordenada por um grupo de extermínio do bairro, possivelmente formado por milicianos, que não queria a presença de usuários de crack.

    Algumas das vítimas trabalhavam como flanelinha em um hospital da área.

    Além de Toni, foram mortos: Kleutton Guimarães Pestana, 20 anos; Luan Santos da Cunha, 23; Amanda da Silva Guimarães, 30 anos; Renata Souza da Silva, 27 anos, mulher de Toni; Alex Prudêncio de Amorim, 27 anos; e Leandro Marques Pereira, 23 anos. R7
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