Rompimento de tubulação causou falha em fornecimento em seis bairros
O objetivo é descobrir quem foram os responsáveis por cobrar preços abusivos pelo serviço de carros-pipa durante o período de falta d’água na capital fluminense, desde a última sexta-feira até esta segunda.
Assim como o Procon, a Polícia Civil também quer a listagem das empresas suspeitas.
As delegacias Fazendária, do Consumidor e de Defesa dos Serviços Delegados vão investigar os casos. Inquéritos serão abertos para apurar crimes tributários e contra a economia popular.
Denúncias dão conta de que empresas, que normalmente cobram R$ 900 pelo fornecimento de um tanque d’água, chegaram a pedir R$ 4.000 nos últimos dias.
O Procon pretende autuar e multar os responsáveis. Para facilitar a “caçada” do órgão de defesa do consumidor, os clientes que se sentiram lesados devem procurar o Procon (telefone 151) e denunciar os abusos. A nota fiscal com o valor pago pelo serviço pode ser importante.
O problema de distribuição de água surgiu após a paralisação da estação de tratamento de Guandu, na quinta-feira (17), para manutenção.
Em seguida, o estouro de uma tubulação na Radial Oeste provocou falta d’água em seis bairros.
O problema foi resolvido no começo da tarde desta segunda, conforme informou a Cedae. R7
