Durante sequestro na Ponte, grávida entrou em trabalho de parto e foi socorrida por guarda municipal

quinta-feira, 22 de agosto de 2019
Guarda municipal André Luis Taranto visita a pequena Morena Beatriz. Ele ajudou a mãe Stephany Guimarães, que entrou no trabalho do parto durante o sequestro que interditou a Ponte Rio-Niterói

Redão Rio Alerta


Em meio ao imenso engarrafamento formado em Niterói por conta do sequestro do ônibus 2520 na Ponte, Stephany Guimarães, de 26 anos, entrava em trabalho de parto para dar à luz sua primeira filha menina, Morena Beatriz. 

Dentro do carro, na Avenida do Contorno, a manicure já sentia fortes contrações por cerca de cinco horas, quando o motorista de aplicativo que a levava para o hospital resolveu chamar um guarda municipal. 

André Luis Taranto, 39, até tentou acionar uma ambulância, mas com a urgência do caso, não pensou duas vezes: colocou a gestante na garupa da moto e, em poucos minutos, chegou com ela na emergência. 

"Foi um anjo que apareceu na minha vida e na da minha filha. Estava desesperada, com muitas dores. Achei que ia parir no carro. 

Logo quando cheguei ao hospital, a bolsa estourou. Tanto dia para nascer, Morena escolheu um tão complicado. 

Nunca conseguirei agradecer a todo esse carinho do guarda", conta a mãe. Morena nasceu às 13h44, com 47 cm e 2.890 kg, esbanjando saúde e cabelos. 

Taranto, que visitou a pequena duas vezes após o nascimento, já é quase considerado um membro da família. 

"Em quatro anos na Guarda, nunca passei por uma adrenalina e responsabilidade parecida. 

Sei que optei pela atitude certa, uma sensação de dever cumprido. Me seguro para não chorar", diz ele.
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