
Redação Rio Alerta
A medida foi adotada como prevenção a riscos à saúde pública, depois de uma nova vistoria realizada na universidade.
A Vigilância Sanitária informou que os técnicos constataram que os serviços de higienização e manutenção no sistema de abastecimento, determinados na inspeção de quarta-feira, ainda não foram iniciados.
Para que o Centro de Letras e Artes seja desinterditado, é preciso limpar a caixa d'água central de oito mil litros e as três cisternas, que têm capacidade total de 30 mil litros.
Depois disso, também é necessário apresentar o certificado dos serviços que foram realizados e fazer uma adequação das vedações dos reservatórios, além de uma nova análise para comprovar a qualidade da água para consumo, conforme informou a Vigilância Sanitária.
A universidade ainda não se pronunciou sobre a interdição desta quinta-feira.


